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Cibersegurança preventiva: como evitar que a empresa pare

Todos os anos, no dia 28 de janeiro, celebramos o Dia Internacional da Proteção de Dados. A data remete à assinatura da Convenção 108, na Europa, em 1981; o primeiro instrumento jurídico internacional a garantir a privacidade dos indivíduos frente ao avanço tecnológico.


Mas, se há quatro décadas a preocupação era apenas a privacidade, em 2026 o cenário é muito mais crítico. A proteção de dados deixou de ser apenas uma questão de conformidade legal ou direito do consumidor; ela se tornou uma questão de sobrevivência operacional.


Hoje, falhas na segurança não resultam apenas em multas ou vazamentos: elas paralisam empresas. É por isso que, neste ano, a cibersegurança preventiva se consolida como a única estratégia viável. Não se trata mais de perguntar "quando seremos atacados", mas sim "como garantir que o negócio não pare quando a tentativa acontecer".


Por que a prevenção assumiu o protagonismo?

Durante muito tempo, a cultura de segurança digital nas empresas foi reativa: investia-se em ferramentas para apagar incêndios após um incidente. O problema é que, em um ambiente hiperconectado, o custo de remediar se tornou insustentável.


A prevenção parte de uma lógica econômica e estratégica simples: quanto maior a visibilidade do ambiente e menor a superfície de ataque, menor será o impacto. Em 2026, a cibersegurança preventiva foca em identificar padrões anômalos e corrigir vulnerabilidades silenciosas antes que elas sejam exploradas.


Além de proteger o caixa da empresa contra resgates milionários, essa postura traz previsibilidade. Quem atua preventivamente consegue testar cenários e planejar respostas, garantindo que a operação continue rodando mesmo sob estresse.


As ameaças que moldam o cenário de 2026

Para entender a importância da prevenção, precisamos olhar para o que estamos enfrentando. O Brasil segue como um dos alvos prioritários de cibercriminosos, e as táticas evoluíram:


Ransomware focado em paralisação

O ransomware mudou. O objetivo principal dos atacantes agora não é apenas roubar dados, mas interromper a operação. Eles buscam travar sistemas críticos (faturamento, logística, produção) para forçar um pagamento rápido. Nesse contexto, o maior prejuízo financeiro muitas vezes não é o resgate, mas os dias ou semanas de inatividade. A prevenção aqui exige backups imutáveis e segmentação de rede para impedir que o "vírus" se espalhe.


Ataques de indisponibilidade (DDoS)

Empresas que dependem de canais digitais enfrentam o risco constante de ataques de negação de serviço. A tática visa sobrecarregar servidores para tirar sites e aplicações do ar, prejudicando a reputação da marca e a experiência do cliente. Sem uma infraestrutura de rede inteligente e proteção Anti-DDoS ativa, a empresa fica refém da instabilidade.


Phishing e Engenharia Social sofisticada

O phishing deixou de ser aquele e-mail genérico e mal escrito. Com o uso de Inteligência Artificial generativa (IA), os criminosos criam mensagens hiper-realistas (Spear Phishing), simulando a linguagem de diretores ou fornecedores para enganar colaboradores. Um único clique desatento pode abrir as portas para o sequestro de dados, tornando essa técnica uma das mais perigosas e eficazes da atualidade.

Cibersegurança preventiva: como evitar que a empresa pare

Acessos indevidos e a falha humana

Mesmo com toda a tecnologia, a porta de entrada mais comum ainda é o erro básico: credenciais fracas ou permissões excessivas. A diferença é que, agora, os ataques exploram essas brechas de forma automatizada. Por isso, a prevenção passa obrigatoriamente pelo fortalecimento da identidade digital e pela revisão constante de quem acessa o quê.


Zero Trust: a confiança zero como novo padrão

É em resposta a esse cenário que o modelo Zero Trust deixa de ser tendência para virar regra. A premissa é direta: nunca confie, sempre verifique.


No modelo tradicional, confiava-se em quem estava "dentro" da rede da empresa. No Zero Trust, nenhum usuário, dispositivo ou aplicação é considerado confiável por padrão, esteja ele dentro ou fora do escritório. O sistema valida continuamente a identidade e o contexto do acesso. Isso reduz drasticamente a chance de um invasor entrar por um computador periférico e conseguir navegar livremente até os servidores principais.


Como antecipar riscos à cibersegurança na prática

Implementar uma cultura preventiva exige sair da teoria e aplicar camadas de controle na infraestrutura. As empresas que lideram esse movimento focam em seis pilares:


  1. Gestão Ativa de Ambientes: Não basta contratar servidores; é preciso gerenciar a virtualização para identificar falhas de configuração e gargalos de performance que possam virar brechas.

  2. Rede Blindada: O uso de Firewalls gerenciados e SD-WAN garante que o tráfego de dados seja inspecionado e criptografado, controlando rigidamente o que entra e sai da empresa.

  3. Segurança de Endpoints: Com o trabalho híbrido, cada notebook e celular é um ponto de contato. Proteger esses dispositivos (endpoints) é essencial para que eles não sirvam de ponte para ataques maiores.

  4. Identidade Forte: A implementação de autenticação multifator (MFA) é inegociável. Ela é a barreira final caso uma senha seja comprometida.

  5. Cultura de Segurança: A tecnologia não resolve tudo sozinha. Treinar a equipe para identificar tentativas de phishing e comportamentos suspeitos cria um "firewall humano" vital para a prevenção.

  6. Recuperação de Desastres: A prevenção diminui o risco, mas não o zera. Ter um plano de Disaster Recovery testado e validado é o que garante a retomada rápida em caso de crise extrema.


Como a Ávato sustenta a segurança preventiva

A Ávato entende que cibersegurança não é um produto de prateleira, mas uma estratégia de continuidade. Nossa abordagem integra infraestrutura robusta com camadas de proteção lógica para prever riscos e manter sua operação ativa.


Atuamos diretamente na base do problema com soluções focadas em prevenção e controle:

  • Proteção de rede: Oferecemos Gestão de Firewall, SD-WAN Seguro e Anti-DDoS para blindar o perímetro digital da sua empresa.


  • Controle de acesso: Implementamos Wi-Fi Seguro com autenticação e soluções de Múltiplos Fatores de Autenticação para garantir que apenas pessoas autorizadas acessem seus dados.


  • Gestão de ambiente: Cuidamos da saúde técnica da sua infraestrutura com Gestão de Virtualização, Hospedagem e Database, além de proteção avançada para End Points (dispositivos).


  • Continuidade: Para cenários críticos, nossas soluções de Recuperação de Desastres garantem que sua empresa tenha resiliência para voltar a operar rapidamente.


Infraestrutura desenhada para o seu cenário 

Não entregamos "pacotes fechados". Sabemos que cada negócio tem uma complexidade única. Por isso, a arquitetura de segurança da Ávato é personalizada e desenhada sob medida para a sua necessidade, apoiada por Data Centers robustos e uma rede de alta capacidade. Atendemos empresas de todos os portes e em qualquer região do Brasil, garantindo a mesma qualidade de proteção e estabilidade onde quer que sua operação esteja.


Neste Dia Internacional da Proteção de Dados, o convite é para mudar a mentalidade. Saia da reação e invista na prevenção. Empresas maduras entendem que segurança não é custo,  é a garantia de que as portas continuarão abertas amanhã.


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